
O incrível percussionista carioca Paulinho da Costa entrou para a história como o primeiro brasileiro nato a receber uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.
Essa importante homenagem foi aprovada recentemente pela Câmara de Comércio de Hollywood, responsável por eternizar os grandes nomes da indústria do entretenimento mundial.
Ele tem no currículo mais de 1.500 gravações, além de participações em shows ao lado dos maiores nomes da nossa música.
Atualmente com 77 anos de idade, ele é pouco reconhecido no Brasil, infelizmente.
Está radicado oficialmente desde 1973 nos Estados Unidos, depois de receber um ano antes o convite do genial Sergio Mendes, que o descobriu por acaso tocando na noite carioca. Essa parceria durou aproximadamente 2 anos e depois disso Paulinho da Costa seguiu carreira solo e contabilizou na carreira a participação ao lado dos maiores da música de todos os tempos, tocando de forma única mais de 200 instrumentos percussivos.
Você com certeza já o ouviu tocando e pelo seu raro talento e versatilidade, se tornou um dos músicos mais gravados e requisitados de todos os tempos da indústria fonográfica mundial.
Como líder lançou 4 discos incríveis nas décadas de 70 e 80 e a sonoridade de vanguarda destes trabalhos, soam absolutamente atemporais até os dias de hoje.
Esteve ao lado dos gigantes Michael Jackson, Madonna, Elton John, Stevie Wonder, Earth, Wind & Fire, Quincy Jones, Whitney Houston, George Benson, Ella Fitzgerald , Joe Pass, Frank Sinatra, Diana Krall entre tantos outros nomes importantes.
Sua participação marcante em diversas trilhas sonoras do cinema também merecem destaque: “Dirty Dancing”, “Os Embalos de Sábado à Noites”, “Stars Wars”, “Purple Rain” e “Jurassic Park”, são algumas que me lembro agora.
Em 1985 participou também das gravações do clássico “We Are The World”, música que tinha um conteúdo social de real valor e contou com vários artistas importantes.
Aqui temos mais um exemplo do raro talento brasileiro na música, reconhecido no exterior e pouco reverenciado em nosso país.
Paulinho da Costa de forma simples defende: “O mundo inteiro tem som, eu só preciso ouvir”. Simplesmente genial!



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