
Uma das características que um empreendedor jamais dever deixar de levar para o seu negócio é a humanização. Não importa se a tecnologia está no produto ou no serviço oferecido. Se atrás de um CNPJ há um CPF, também entre métricas, estratégias, botões de ações, engajamentos, likes, compartilhamentos… há um cliente, uma pessoa, uma história de vida!
A TM Brasil debruçou neste modelo de negócio pra chamar a atenção de quem sabe que a internet é uma grande vitrine para sua marca mas não abre mão da sua essência. Luiz Alberto Pereira Moura e Fabiano Politti Ferreira são sócios fundadores da empresa especializada em marketing digital há cinco anos. A experiência de Fabiano, que acumula mais de 14 anos no segmento e no setor da Comunicação, complementou a expertise em eventos e gestão financeira de Luiz.
Mas foi a sensibilidade e o acúmulo de experiência de ambos que ajudaram a fortalecer a imagem e aumentar o número de seguidores nas redes sociais de vários clientes, um deles a consultora de imagem e estilo Vanesca Leite, que de 9 mil seguidores saltou para 119 mil. “Temos quatro clientes que tiveram conteúdos viralizados nas redes sociais e acabaram elevando suas métricas orgânicas. No caso da Vanesca, o algoritmo entendeu que ela era uma profissional com dicas de imagem e estilo associadas à produtos. Um dos conteúdos que ajudamos a produzir pra ela, bateu mais de 1 milhão de visualizações.”, explica Luiz.
A jornalista, Janaína Hohne, é outro case de sucesso. “A Jana chegou em nossa empresa com 7 mil seguidores, sem estratégias, mas mostramos a ela que, dentro do nicho dela, ela é uma profissional conceituada e com autoridade para fazer análises sobre a previsão do tempo. Então, tivemos esta sensibilidade de entender o que ela sabia fazer de melhor e no momento certo – quando a região foi atingida por um ciclone – ela gravou um vídeo com palavras chaves e sob a nossa orientação que explodiu em visualizações e passou a trazer à página dela cada vez mais seguidores, sempre de maneira orgânica. Hoje ela tem mais de 73 mil. Há dois anos, cuidamos das estratégias de marketing digital pra ela”, explica Luiz.
Vidas além da era digital
Luiz nasceu na capital paulista e, há alguns anos, adotou Santos pra viver. Começou a trabalhar desde jovem com administração financeira e por muitos anos atuou no mundo corporativo como sonhava.
Luiz conta que já trabalhou no Aeroporto de Congonhas, hipermercados, escritórios de exportações e em eventos corporativos para grandes empresas farmacêuticas, entre elas a Bayer. “Eu cuidava das notas e dos faturamentos. Foram doze anos atuando nesta área de turismo de negócios até que veio a pandemia. Nesta época, o Fabiano me convidou para trabalhar com ele no ramo de mídias sociais e tecnologia. Foi quando ganhamos muito dinheiro. Na época, tínhamos 20 funcionários. Desde então, passei a enxergar o digital como futuro e logo depois saímos da capital para abrir um escritório em Santos”, conta.
Apesar dos números terem cruzado a carreira profissional de Luiz, atualmente a missão dele na empresa é cuidar da comunicação e da criação de conteúdos para os clientes. “A nossa ideia é sempre humanizar os atendimentos. Queremos crescer e ensinamos os nossos clientes a crescerem junto.”, explica.
O sócio Fabiano também acumula experiências mas, ao contrário de Luiz, sempre se destacou no setor da Comunicação, mas hoje cuida das métricas e números. “Eu comecei como operador de telemarketing do serviço de suporte da antiga Telefônica, depois passei outras empresas do setor mas eu tinha o sonho de ser ator. E lá fui eu estudar teatro, obtive meu DRT, trabalhei como figurante de novelas e programas de tv como O Melhor do Brasil, com Rodrigo Faro, no SBT; Amigas e Rivais também no SBT; Chamas da Vida na Record; Dance, Dance, Dance na Band e Malhação na Rede Globo. Também fiz comerciais, um deles do Banco Bradesco. Era meu sonho atuar neste meio e pude conhecer a fundo como funciona o entretenimento de tv. Até que eu conheci a cantora baiana, Gilmelândia, da Banda Beijo. Ficamos muito amigos e ela me convidou pra trabalhar com ela como assessor e passei a cuidar das redes sociais dela. Foi um despertar para o mundo digital. Na época o Instagram surgiu. Eu comecei a estudar a plataforma e o engajamento dela foi crescendo. Quando eu decidi parar de trabalhar pra ela, fui me aperfeiçoar ainda mais até que decidi abrir uma empresa e corri atrás de clientes. Deu super certo empreender. Tive clientes espalhados pelo Brasil. A empresa também já foi contratada por um cliente de fora, dos EUA, como social media. Hoje o nosso trabalho é todo voltado ao digital e às redes sociais”, explica Fabiano que também é creator.
“Hoje, o nosso grande prazer é ver nossos clientes crescendo organicamente nas redes sociais e ganhando dinheiro monetizando seus conteúdos.”, completa.



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