Política

Vereadores do PL não vão trabalhar pela reeleição de Coimbra e Rosana

09/05/2026 Marco Santana
Vereadores do PL não vão trabalhar pela reeleição de Coimbra e Rosana | Jornal da Orla

Insatisfeitos com decisões da cúpula do PL santista, os vereadores Fábio Duarte e Sérgio Santana não vão trabalhar pela reeleição dos deputados santistas do partido, Rosana Valle (federal) e Matheus Coimbra (estadual). A principal razão é o veto à vontade deles de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa.

 

Apoios

Duarte confidenciou aos mais chegados que vai apoiar Renato Bolsonaro, irmão de Jair, para federal; e Capitão Mosart, para estadual. Já Santana embarcou na campanha pela reeleição do deputado federal Paulo Alexandre Barbosa (PSD).

 

Parentes

Os vereadores só não saíram do PL pois temem perder a cadeira – o primeiro suplente é Daniel Valle, sobrinho de Rosana. Mas Júnior, o filho de Santana, deixou a partido, que em Santos é presidido por Gerson Carife, marido da deputada.

 

Gênios e craques

Em um ping-pong nas suas redes sociais para classificar diversas lideranças políticas como “gênio”, “craque” ou “bom jogador”, o ex-ministro e pré-candidato ao Senado Márcio França (PSB) considerou “gênios” o presidente Lula, a deputada federal Tabata Amaral e os ex-ministros Fernando Haddad e Geraldo Alckmin. Para ele, Gilberto Kassab é um “craque” e o governador Tarcísio de Freitas “está mais para amador”.

 

Rallye

Em dois dias, o deputado federal Paulo Alexandre Barbosa (PSD) percorreu 900 quilômetros visitando cidades do Vale do Ribeira (Guapiara, Apiaí, Iporanga, Barra do Turvo, Cajati, Jacupiranga, Registro e Juquiá), região que recebeu R$ 20 milhões por meio de emendas definidas pelo parlamentar. “Nada substitui o olho no olho para ouvir as reivindicações. Quem ouve mais erra menos”, diz.

 

Reorganização

A Câmara de Santos aprovou na quinta-feira (7) o projeto para reorganizar o quadro de funcionários da Prefeitura. Inicialmente, a proposta previa a extinção de cargos hoje desocupados e criação de outros, para tarefas surgidas com a mudança dos tempos. Os vereadores decidiram excluir os artigos que previam a extinção de funções.

 

Frankstein e crocodilo

Mas antes de se chegar a um consenso, houve muita discussão, com o pedido de sete modificações.  A confusão fez o vereador Marcos Caseiro (PT) classificar o projeto como “frankstein”. Já Alisson Sales disse que a proposta era “um jabuti que virou um crocodilo”. O PLC 58 foi aprovado após a retirada das emendas e aprovação de outras três, para não haver extinção de cargos.

 

Pingo é letra

Um vereador piadista não perdeu a oportunidade. Numa rodinha com colegas disse: “A Câmara deveria aproveitar e recriar o cargo de bibliotecário”, numa alusão ao fato de, num passado já distante, o Legislativo possuir o cargo sem contar com uma biblioteca.

 

Ei, você aí….

Recém chegado a um partido, um político se reuniu com a liderança regional da legenda para pedir recursos para sua pré-campanha a deputado. Ouviu como resposta: “Você está parecendo aquele funcionário que acabou de ser admitido e já está pedindo vale…”

 

SÓ SEI QUE FOI ASSIM…

 

Florinda da Câmara

Num passado recente, a presença da mãe de um vereador de primeiro mandato nas sessões da Câmara santista chamava a atenção.

Ela defendia o filho, dono de um discurso inflamado, das críticas que sofria de outros vereadores e cidadãos que acompanhavam os trabalhos.

Um colega vereador resumiu:

— Ela é pior do que a mãe do Quico, do Chaves…