
Entidade tranquiliza a população e diz que tentativa de mobilização não tem relação com pautas da categoria
Com mais de 5 mil associados, o Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam) nega apoio e refuta qualquer movimento de paralisação de caminhoneiros que estaria sendo preparado para esta quinta-feira (4). A garantia foi dada por Romero Costa, diretor financeiro da entidade, em razão de informações divulgadas por “meia dúzia de caminhoneiros, sem ouvir a categoria”, em redes sociais.
“Aqui ninguém vai parar, porque a pauta não tem nada a ver com a nossa categoria, que nem foi ouvida. É apenas para causar confusão e defender político e nós não temos políticos de estimação. Além do mais, é uma covardia pensar em mobilização no mês de dezembro, para prejudicar a população”, afirma
Ele afirma que, em 2018, quando caminhoneiros pararam o país, as reivindicações eram em prol da categoria, assim como em 2021. “Agora, tem item na pauta, por exemplo, que é para defender anistia a quem participou dos atos de 8 de janeiro [de 2023], em Brasília, e por anistia ao ex-presidente Bolsonaro. Não somos bolsonaristas nem lulistas. Não temos ligação nem com a Central Única dos Trabalhadores, CUT. As pessoas têm o direito de ficar indignadas por causa de um ou de outro, mas nós somos autônomos, temos que lutar pelos nossos direitos e benefícios. Além disso, para cruzarmos os braços, temos que ouvir os associados em assembleia, ouvir outras categorias do Porto, por exemplo. Não é assim, meia dúzia de caminhoneiros saem falando em redes sociais”.
Romero Costa ressalta que o Sindicam, com 5.322 associados pagantes, tem história de luta pelos autônomos: “Conquistamos convênios, parcerias, lutamos por subsídios para comprar nosso caminhão, pela aposentadoria, por melhorias em paradas. Continuamos a dialogar e a lutar, seja qual for o governo, mas por motivos nossos, o que não é o caso agora”, conclui.


Se é para fazer mobilização e protestos pra defender presidiário melhor nem fazer!!
Coincidência ou não estamos a menos de um ano das eleições, ano que vem 2026 eleições gerais!