
O Instituto Mulheres Que Decidem, entidade sem fins lucrativos, que capacita 200 mulheres em situação de vulnerabilidade social na Baixada Santista, realizará no próximo dia 12 de julho, a partir das 10 horas, no Centro de Convenções de Santos (Praça Alameda Gago Coutinho, 29, Ponta da Praia) a Expodec – Feira das Decididas. O evento é gratuito.
Com a expectativa de reunir 800 a 1 mil visitantes, o projeto incluirá expositores, atividades de networking, oficina de empreendedorismo com temas sobre mentalidade empreendedora, técnicas de vendas e desenvolvimento pessoal, além de orientações sobre empreendedorismo digital, com destaque para o lançamento do projeto Mulher Decidida Digital 3.0, que visa profissionalizar pequenos negócios no ambiente online.
“Nosso propósito é transformar vidas, dando às mulheres as ferramentas necessárias para que conquistem sua autonomia financeira e se tornem protagonistas das suas próprias histórias. Acreditamos no poder do conhecimento e da conexão para gerar riqueza, oportunidades e, principalmente, liberdade”, afirma a presidente do instituto, Priscilia Queiroz.
Ela ainda ressalta que a autonomia financeira feminina contribui diretamente para o combate à dependência econômica, à violência doméstica e à desigualdade de gênero, fortalecendo o papel da mulher na sociedade e garantindo melhores condições de vida para si e para sua família.
EXPECTATIVA
O evento tem a expectativa de impulsionar a visibilidade e a geração de renda das mulheres empreendedoras, promovendo conexões com o público.
“A Expodec é um espaço de valorização do empreendedorismo feminino e de fortalecimento da rede de apoio entre mulheres. Espera-se também criar novas oportunidades de negócio e ampliar o alcance dos projetos pessoais e profissionais das participantes”, diz Priscilia.
FUTURO
O instituto ainda planeja dar continuidade ao acompanhamento das participantes, seja com ações de mentoria, encontros de networking e suporte para o desenvolvimento.
Segundo Queiroz, os resultados esperados em médio e longo prazo incluem a criação de uma rede de apoio entre mulheres, formalização de empreendimentos, geração de novos negócios e ainda a redução da vulnerabilidade social por meio do acesso a uma renda.
“As mulheres ainda enfrentam desafios como a desigualdade de oportunidades no mercado de trabalho, dupla ou tripla jornada, violência de gênero, falta de acesso a crédito e capacitação, além de estigmas que limitam sua atuação no empreendedorismo e em posições de liderança”, conclui a presidente.


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