
A preparação do Santos para o segundo semestre da temporada de 2026 está em andamento no CT Rei Pelé, onde o elenco realiza uma rotina de treinamentos em dois períodos nesta primeira semana de intertemporada. Sob o comando de Cuca, o trabalho tem como foco principal o recondicionamento físico dos atletas após o período de paralisação do calendário.
O preparador físico Omar Feitosa explicou que o retorno exige um processo gradual de readaptação, mesmo com a manutenção de atividades individuais durante as férias.
“Naturalmente, quando um jogador para por 21 dias, mesmo seguindo em casa as atividades que passamos, existe um decréscimo. Tanto na parte cardiopulmonar quanto de força. Então estamos em um processo de readaptação dos trabalhos, mas já treinando com bola. Evoluindo desde o primeiro dia e, a partir de segunda-feira, já passaremos para a comissão iniciar os trabalhos táticos, sempre envolvendo a parte física. Todas essas atividades visam entregar o elenco na melhor condição possível para o treinador conseguir desenvolver o trabalho”, afirmou.
Com 24 dias de intertemporada previstos, o clube se prepara para a retomada oficial das competições. O primeiro compromisso do Peixe no segundo semestre será contra o Botafogo, no dia 16 de julho, às 19h30, no estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Feitosa ressaltou que, embora o período não seja o ideal, a intertemporada permitirá ajustes importantes na carga de treinamentos e na condição física do grupo, com impacto direto na sequência da temporada.
“O cenário ideal é ter um período de preparação mais alongado. Ainda não é o cenário ideal, mas já é melhor do que encontramos quando chegamos aqui. Vamos fazer as correções de rotas que não tivemos a oportunidade de fazer num primeiro momento. Ali nós tínhamos que cuidar e deixar os atletas em boas condições. Mas agora, com esse tempo de intertemporada, vamos conseguir aumentar o volume e a intensidade de treino. E, naturalmente, atleta bem treinado tende a ter menos lesão. A tendência é que a gente tenha um desempenho melhor, conseguindo diminuir a necessidade de poupar atleta por risco de lesão. A sequência será intensa até o fim do ano e o nosso trabalho é diminuir ao máximo os problemas”, concluiu.



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