
Santos se despediu de um de seus nomes mais tradicionais no universo da beleza. O cabeleireiro Giorgio Ramallo morreu no último domingo (22), aos 67 anos, deixando um legado construído ao longo de décadas de trabalho e de relações que ultrapassaram o espelho do salão. A causa da morte não foi divulgada. O velório acontece nesta segunda-feira (23), até às 18h, no Cemitério Memorial Necrópole Ecumênica.
Com mais de 30 anos de carreira, Jorge Enrique Ramallo Grillo ficou conhecido como Giorgio Ramallo e se consolidou como referência em sofisticação e atendimento na Baixada Santista. À frente do salão Giorgio Coiffeur, no Gonzaga, construiu uma trajetória marcada pelo cuidado estético, atenção aos detalhes e, sobretudo, pelo vínculo próximo com os clientes.
Querido pelo público, Giorgio era lembrado pelo atendimento personalizado, pelo sorriso acolhedor e pela dedicação que fazia cada cliente se sentir único. A jornalista e cliente de longa data Addriana Cutino relembra a trajetória do cabeleireiro e o vínculo construído ao longo de mais de uma década. “Fiquei mais de 15 anos cortando o cabelo com ele. Inclusive, me arrumei com ele no meu casamento”, conta.
O cabeleireiro se destacava não apenas pela técnica, mas também pela postura humana. “Atendia todos muito bem, sempre gentil, muito humano. Amava o que fazia”, lembra Addriana.
Conhecido pela elegância, discrição e gentileza, Giorgio construiu sua reputação não só pela habilidade, mas pela capacidade de transformar o salão em um espaço de confiança e afeto. Era comum que clientes se tornassem amigos, reforçando seu papel como figura presente no cotidiano da cidade.
A morte de Giorgio gerou comoção entre clientes, amigos e profissionais da área, que manifestaram seu pesar nas redes sociais. Em nota, a equipe do salão informou que pretende dar continuidade ao trabalho desenvolvido por ele, preservando os valores que marcaram sua trajetória.
Com sua partida, Santos perde não apenas um profissional respeitado, mas também um personagem — daqueles que ajudam a contar a história da cidade por meio dos vínculos que constroem ao longo do tempo.



Miro leo y no puedo creer el era mi tio querido vivo en Melo Cerro Largo Uruguay donde el nació hace ya un tiempo vino a visitarme y visitar sus amigos .Me cuesta creer que ya no esta fisicamente pero si lacerteza que dejo huellas.Dios de fuerza y consuelo a su hijita Giovana