Porto

Debate sobre Futuro do Porto de Santos em 2024

04/12/2023
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A Autoridade Portuária de Santos (APS) afirmou que as chuvas já estão interferindo nos números de movimentação no porto. Isso porque o mau tempo afetou os embarques de grãos vegetais, ainda que de forma leve. Mesmo assim, a fim de que a questão climática e outros possíveis problemas, internos e externos, não prejudiquem os números futuros, o setor começa a discutir caminhos e soluções para 2024. Uma das ações que vão abordar cenários e apontar soluções é o GBM Day.

Trata-se de um evento com palestras, que vai reunir o empresariado que trabalha com grãos, bem como organizações que atuam com transporte de cargas. O fórum ocorre no próximo dia 5, das 9 às 16h30, no Sheraton Santos, situado à Rua Guaiaó, número 70, no bairro da Aparecida.

Ao longo do seminário, um dos pontos debatidos será o uso da tecnologia e de inovações, para que o Porto consiga manter altos índices, batendo recordes, ainda que as conjunturas nacionais e internacionais, que enfrentam incertezas, não abalem os resultados.

Entre os especialistas convidados, estão: João Almeida, CEO da Ferrovia Interna do Porto de Santos (FIPS), e Eduardo Lustoza, diretor de desenvolvimento de negócios de regulamentação da APS. Quem também marcará presença é o ex-jogador do Santos Futebol Clube e atual comentarista esportivo da Rede Globo Caio Ribeiro.

Responsável pelo evento GBM Day, o CEO da GBM Guilherme Macário, fala sobre a importância de se debater resultados do setor e os rumos que devem ser seguidos por empresas do segmento de granéis em 2024. “A gente vai discutir sobre como as inovações vão nos auxiliar para conseguir bater recordes de movimentações no ano que vem, impulsionando o superávit do Brasil”.

Números
De acordo com a APS, graças à safra do milho, os embarques aumentaram 29,6% em outubro passado. Com isto, ela contribuiu para que o Porto atingisse o crescimento de 2,7% em relação ao período entre janeiro e outubro de 2022.

No entanto, a organização admitiu que o resultado poderia ter sido melhor, caso o clima fosse mais favorável. Afinal, segundo a Autoridade Portuária, a chuva “não favorece o embarque de grãos”.