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Voyvoda critica postura do time santista diante do Ceará: “Não entramos bem no jogo”

06/10/2025 Da Redação
Raul Baretta / Santos FC

O técnico Juan Pablo Vojvoda viu sua sequência invicta à frente do Santos ser interrompida após a equipe sofrer uma derrota de 3 a 0 para o Ceará, em confronto válido pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na Arena Castelão, os gols foram marcados por Lucas Mugni, Pedro Henrique e Fernando Sobral.

Após a partida, Vojvoda fez uma análise crítica do desempenho da equipe e comentou sobre as mudanças na formação.

“Não foi um bom jogo da nossa parte. Não entramos bem no jogo. O Ceará fez um gol e, a partir daí, tivemos um volume de jogo, mas sem finalizações como havíamos visto no último jogo. No geral, não foi um bom jogo. Defensivamente, não tivemos essa força com a pressão. E com bola, não produzimos finalizações com muito risco”, disse.

“Tivemos na segunda parte algumas situações claras, mas o adversário também porque deixamos muitos espaços atrás. Mas, nas finalizações, temos que fazer o gol e, quando não faz, muda tudo. Hoje não fizemos um bom jogo”, concluiu.

O Ceará abriu o placar cedo, aos dez minutos do primeiro tempo, quando Lucas Mugni capitalizou uma falha defensiva. Na etapa complementar, o Santos, apesar de criar algumas chances, não conseguiu marcar. O Vozão, por sua vez, ampliou a vantagem com Pedro Henrique aos 20 minutos, e Fernando Sobral selou a vitória com o terceiro gol aos 48.

Para este jogo, Vojvoda não contou com Mayke, que ficou de fora devido a um desconforto muscular. Além de promover Igor Vinícius na lateral direita, o treinador fez mais duas alterações: Adonis Frías entrou no lugar de Luan Peres e Tomás Rincón substituiu Barreal.

“As mudanças foram Igor Vinícius pelo Mayke. Ele (Mayke) não pôde viajar por um problema físico, então preferimos preservá-lo. A maior mudança foi na zaga. Com um jogo aéreo forte como o do Pedro Raul, os dois jogadores (Frías e Duarte) mostraram bom jogo aéreo e eu preferi essa agressividade da parte deles”, explicou.

“A outra foi mais tática: Rincón por Barreal. Pensava em ir de menos a mais, um time mais forte no meio e preservar Barreal ou Souza para o segundo tempo. E quando o placar já estava 1 a 0, fiz essa modificação do Rincón pelo Barreal”, finalizou o treinador.