
Em seu primeiro pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa como deputada estadual, a delegada Raquel Gallinati (PL) comentou os recentes casos de violência contra mulheres, como o que fez a vítima ter as duas pernas amputadas após ser arrastada pelo carro do agressor por mais de um quilômetro.
Violência gradual
Segundo ela, a violência não se dá de forma abrupta, mas sim em um processo gradual. “Começa nas humilhações disfarçadas de ‘brincadeira’. Depois, o controle, a ameaça, a manipulação emocional e em seguida o isolamento, a perseguição e os ataques físicos. Até chegar ao ápice: o feminicídio ou a mutilação permanente de uma vida”, explicou.
Dupla comemoração
Os delegados da Polícia Civil comemoraram duplamente a troca de comando da Secretaria Estadual de Segurança Pública: a saída de Guilherme Derrite, que não cumpriu compromissos firmados com a categoria na campanha eleitoral, e a posse de Oswaldo Nico Gonçalves – o primeiro delegado a assumir o cargo. “A gente espera que a nova gestão seja de maior diálogo, principalmente com a entidade”, diz a presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia, Jacqueline Valadares. Entre as reivindicações da categoria está a elaboração da nova Lei Orgânica da Polícia Civil, que vai balizar a instituição pelas próximas décadas.
Entre as melhores
A Autoridade Portuária de Santos (APS) saltou da 378ª posição em 2024 para a 90ª colocação geral, no ranking de 2025 do Anuário Época Negócios 360º, que relaciona as melhores empresas do Brasil. Em sua categoria (serviços), a empresa responsável pela infraestrutura pública do Porto de Santos alcançou o 3º lugar no eixo Desempenho Financeiro, entre as 450 maiores empresas do Brasil.
O céu é o limite
O diretor-presidente da APS, Anderson Pomini, quer mais. “Ainda há muito espaço para crescer. Celebramos esse avanço extraordinário, que demonstra uma evolução significativa na gestão e na excelência operacional do Porto de Santos”, avalia.
Mira errada
Na sessão da Câmara de ontem, o vereador Alison Salles (PL) quis fazer graça e levou um bolo para “comemorar” o início da operação do segundo trecho do VLT. “Parabéns, Rogério! Depois de um ano de atraso, começou a funcionar”, disse, se referindo ao prefeito santista. Porém, o parlamentar errou o alvo da crítica: o responsável pela obra (e seu atraso), é o Governo do Estado.
Tolerância zero
Ao comentar o caso de um jovem hospitalizado após consumir bebida alcoólica em um quiosque no canal 2, o vereador Adriano Catapreta (PP) defendeu a implantação um programa de fiscalização com tolerância zero. “As pessoas pegas adulterando a bebida devem perder a licença imediatamente”, disse ontem, na sessão da Câmara.
Dinheiro para a CET
Por falta de quórum, não foi votada na sessão de ontem da Câmara de Santos a celebração de um convênio entre a Prefeitura e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para a administração do sistema viário, o transporte coletivo e os terminais de passageiros, no valor de R$ 83 milhões. Deste total, R$ 38 milhões serão para a fiscalização do trânsito, R$ 35,5 milhões para modernização da sinalização viária e R$ 2,5 milhões para ações de educação no trânsito. O projeto deve ser apreciado quinta-feira (4).


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