
“Toda família está triste, mas sinto uma alegria que conforta, pois vejo aqui o quanto ele era querido e acolhido por todos, que fez um trabalho pela igreja e pela comunidade”, disse Sara Salvador Mateo, de 55 anos, sobrinha do padre Javier Mateo Arana, morto na madrugada deste sábado (18), em Santos. Ela veio de Terue, na Espanha, onde parte da família reside. É filha de uma das três irmãs do religioso.
Chegou na segunda-feira e sabia que o estado de saúde do tio havia piorado. “A gente não espera que vá acontecer, mas mantemos contatos com amigos aqui no Brasil e tínhamos informações de que ele não estava bem”.
Ao ser informada que o padre Javier era conhecido na paróquia como uma pessoa “durona, mas com coração enorme”, ela sorriu, referindo-se à origem do tio, que nasceu em Bilbao. “Era um basco, firme, justo e amável”.
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