
Cidade foi contemplada na primeira fase do projeto devido aos altos índices de vulnerabilidade
São Vicente passou a integrar o programa estadual chamado SuperAção SP, iniciativa voltada à superação da pobreza e à inclusão socioprodutiva. A presença da cidade na primeira fase do projeto está diretamente ligada aos desafios sociais enfrentados pelo município, que concentra um dos maiores índices de vulnerabilidade da região, mas também apresenta potencial para geração de renda e inserção no mundo do trabalho.
Com investimento inicial de R$ 500 milhões, o SuperAção SP articula 29 políticas públicas de diferentes secretarias em uma jornada de atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade. Na primeira onda, o Estado disponibilizará R$ 110 milhões em cofinanciamento para ampliar e qualificar serviços socioassistenciais, como CRAS (Centros de Referência de Assistência Social), CREAS (Centros de Referência Especializados de Assistência Social), Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos e atendimento domiciliar.
Agora, de acordo com as premissas acordadas com o Governo de São Paulo, São Vicente iniciará o processo de fortalecer a rede socioassistencial, conectar as famílias participantes às políticas públicas e estruturar equipes locais para acompanhamento das famílias.
“São Vicente representa bem a missão do SuperAção SP: chegar a territórios que convivem com fortes desigualdades, mas que também têm capacidade de oferecer novas oportunidades. Nossa prioridade é apoiar as famílias que mais precisam, garantindo proteção social, qualificação e inclusão produtiva, para que nenhuma delas fique para trás”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Andrezza Rosalém.
Como funciona
A partir de uma busca ativa no CadÚnico (Cadastro Único), cerca de 105 mil famílias serão acompanhadas até 2026. Para isso, elas precisam estar inscritas e com o cadastro atualizado nos últimos 24 meses, além de possuírem renda familiar per capita abaixo de meio salário-mínimo (R$ 759).
O programa prevê dois tipos de trilha de atendimento:
• Proteção Social: voltada às famílias com maior dificuldade de inserção produtiva;
• Superação da Pobreza: para famílias com perfil ativo para o mercado de trabalho.
As famílias serão acompanhadas por até dois anos, com planos personalizados que incluem auxílios financeiros, incentivos para metas cumpridas, qualificação profissional e conexão ao mundo do trabalho. Os benefícios podem chegar a R$ 10,4 mil por família ao longo do ciclo do programa.
Contratação de agentes
Para garantir acompanhamento individualizado, estão em fase de contratação os primeiros 150 agentes de SuperAção, que começam as atividades em setembro de 2025. Eles vão visitar as famílias, elaborar em conjunto com elas planos de desenvolvimento individualizado e atuar como elo entre serviços e oportunidades de emprego e renda.
Os agentes serão treinados para orientar cada núcleo familiar ao longo de três módulos complementares: Proteger, que dá acesso a programas sociais, alimentação, saúde, moradia e educação infantil; Desenvolver, com qualificação profissional e incentivo à formação com auxílio financeiro por metas cumpridas; e Incluir, com entrada no mundo do trabalho e apoio ao empreendedorismo, com bonificação pela autonomia conquistada.



Concordo em dar o peixe por tempo determinado para que a família seja fortalecida com cursos a exemplo de economia doméstica, qualificação dos membros da família, obrigatoriamente das crianças na escola, inserção do provedor no mercado de trabalho, etc. Ou seja, tirar da submissão do governo para a benfeitoria de toda sociedade ( mão de obra qualificada devolvendo os custos do benefício para a própria sociedade). Verificar também a viabilidade de instalação de câmeras de reconhecimento nas orlas e praças usadas como abrigo dos inúmeros e crescentes moradores de rua. A exemplo da Praça 22 de Janeiro, onde possíveis traficantes e foragidos da polícia estão travestidos de moradores de rua e aumento de furtos e roubos na região. Afinal sou pagante de muitos impostos e exijo respeito e mais empenho da máquina pública. Afinal do montante desse dinheiro público, estão alguns desses impostos pagos com minha aposentadoria.
Praça 22 de janeiro em São Vicente está repleta de moradores em situação de rua e na temporada esse número aumenta exponencialmente.
São Vicente precisa sim desse tipo de programa social pois como em quase todas as cidades brasileiras possuem graves problemas sociais e desigualdades sociais sérias, favelização e moradias de palafitas ex: Quarentenário, México 70, Vila Margarida entre outros….que se agravou infelizmente com a formação das cracolândias.
O estado de São Paulo com a maior receita do país, deve se dpreocupar com as favelas em palafitas e outras sem condições de habitação. O porto de Santos também trás receita para o município e a região é linda, mas precisa de ser olhada com cuidado.