
A Prefeitura de Santos iniciou a remoção de árvores mortas ao longo do jardim da orla, no trecho entre os canais 1 e 7. Quatro já foram removidas e outras 11 serão retiradas nas próximas semanas.
Todas já completaram o ciclo de vida e a ação é conduzida pela Coordenadoria de Paisagismo (Copaisa).
Como parte do compromisso com a sustentabilidade e a economia circular, um dos troncos removidos já tem destino definido: será aproveitado e transformado em um banco sustentável.
A peça, produzida pela Ecofábrica da Zona Noroeste, será instalada em espaço instagramável no Cemitério Areia Branca, unindo preservação ambiental, criatividade e valorização dos espaços públicos.
CRITÉRIOS TÉCNICOS E AMBIENTAIS
A intervenção segue critérios técnicos e ambientais, priorizando a segurança dos frequentadores da orla e a saúde do ecossistema local. Árvores mortas podem apresentar risco de queda, sobretudo em períodos de ventos fortes, além de favorecer o aparecimento de pragas e comprometer o equilíbrio vegetal da área.
Após a remoção, a Secretaria das Prefeituras Regionais realizará o estudo para reposição das espécies, garantindo a continuidade da arborização e a manutenção paisagística do local.



Está havendo “conserto” em várias calçadas- substituição das pedras portuguesas por cimento compacto até ao redor das árvores. Existe, há algum tempo, blocos perfurados para calçadas, os quais possibilitam escoamento da água de chuva, o que beneficia as árvores. Ė importante que sejam colocados nas áreas defronte as árvores.