
A Prefeitura de Mongaguá deu início, nesta semana, à construção do primeiro Ecoponto Municipal, localizado na Vila Atlântica, próximo ao CDHU e ao CAPS.
O local funcionará para o descarte de resíduos de construção civil, recicláveis, restos de poda de vegetação e itens de logística reversa, como lâmpadas, pilhas e baterias. “Servirá exclusivamente como ponto de recebimento temporário, onde os materiais trazidos pelos cidadãos serão organizados em caçambas específicas. Toda a estrutura será cercada e contará com uma guarita de controle”, afirma Alexandre Barril, secretário de Agricultura e Meio Ambiente.
De acordo com o secretário, a iniciativa vai transformar uma área que historicamente sofria com o acúmulo de lixo em um polo de sustentabilidade e organização urbana. “É importante destacar que não causará impactos negativos na comunidade, como barulho ou mau cheiro. Ao contrário, a destinação dos materiais estará totalmente adequada às normas ambientais e à legislação vigente. Assim que o armazenamento atingir a capacidade máxima, empresas e entidades parceiras farão a retirada e a destinação final correta de cada item”, garante.
A Prefeitura divulgará as diretrizes de funcionamento, horários de atendimento e volumes de descartes permitidos por pessoa mais próximo à data de inauguração. As obras começaram na segunda-feira (8) e têm prazo de conclusão estipulado em menos de um ano, sob pena de multa diária em caso de descumprimento do cronograma, informa o secretário.
SEM CUSTO
Alexandre Barril explica que a viabilização do projeto ocorre sem custos para os cofres públicos. “A obra é fruto de um acordo de compensação ambiental com a iniciativa privada, firmado por intermédio do Ministério Público (MP), decorrente de uma autuação aplicada a um empreendimento que descumpriu legislações ambientais. Como alternativa de benfeitoria para a cidade, estabeleceu-se a edificação do Ecoponto: o município cedeu o terreno e a empresa privada assumiu a responsabilidade integral pelos custos e pela execução dos serviços”.
Todo o processo recebe a fiscalização e o acompanhamento técnico da Secretaria de Obras Públicas, assegurando que a estrutura atenda rigorosamente às exigências de preservação do meio ambiente.



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