
Oscar Schmidt morreu e, sem ele, o esporte brasileiro fica muito mais triste. O Oscar do Palmeiras, que foi para o Sírio para ser campeão mundial. O talento e a fama dele ultrapassaram as nossas fronteiras, e lá foi o Oscar brilhar no basquete europeu.
Só na Itália foram 12 temporadas, e não foi para a NBA porque optou por continuar defendendo a Seleção Brasileira. Mesmo assim, foi homenageado pelos norte-americanos em um jogo de celebridades.
Oscar voltou ao Brasil e realizou o sonho de jogar com o filho Felipe no Flamengo. Ajudou o Corinthians no último título nacional. Foram cinco Jogos Olímpicos e mais de 1.000 pontos em Olimpíadas. Foi medalha de bronze em Copa do Mundo e um campeão na vida.
Apaixonado pela nossa Seleção, teve o ponto alto na conquista da medalha de ouro do Pan de Indianápolis. Ali, ele mostrou ao mundo o amor pelo basquete e pelo Brasil.
Obstinado e vencedor, ganhou o apelido de Mão Santa. Oscar sempre rejeitou esse título, afinal, ninguém treinou tanto quanto ele.


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