
Em Nova Délhi, onde integra a comitiva liderada pelo presidente Lula que visita a Índia, o ministro do Empreendedorismo, Márcio França (PSB), inaugurou uma sede da Agência Brasileira de Promoção das Exportações (Apex), para auxiliar micro e pequenos empreendedores a vender seus produtos para um dos maiores mercados do planeta. “Exportação não é só para grandes empresas. Com apoio técnico, orientação e portas abertas, o pequeno também chega longe”, argumenta.
Inteligência artificial
França também participou de uma conferência internacional sobre Inteligência Artificial. “Foi um encontro que reuniu especialistas e lideranças de diversos países para discutir como a tecnologia pode melhorar a vida das pessoas e fortalecer quem empreende”, explicou.
Estupro
Políticos da região reagiram com indignação à decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais que absolveu da acusação de estupro de vulnerável um homem de 35 anos que mantinha relacionamento (inclusive sexual) com uma menina de 12 anos e a mãe dela – que consentia com a prática.
Nome aos bois
Relator do caso, o desembargador Magid Nauef Láuar entendeu que havia um “vínculo afetivo consensual” e o colega Walner Barbosa Milward de Azevedo acompanhou o voto. A desembargadora Kárin Emmerich divergiu, mas os dois homens formaram maioria.
Inaceitável
O deputado estadual Caio França (PSB) anunciou que vai preparar ofício de repúdio à decisão. “É inaceitável. Uma menina de 12 anos precisa de proteção, não de relativização jurídica. Criança se protege. Ponto!”, disse.
Prender todos
O deputado estadual Matheus Coimbra (PL) considerou a decisão absurda. “Falar que a família sabia não importa! Uma criança de 12 anos não tem capacidade de discernimento. Tem que prender o cara e toda a família”, protestou.
Vergonha
A vice-prefeita de Santos, Audrey Kleys, também ficou indignada. Para ela, todos devem ser punidos, inclusive os desembargadores que deram a decisão. “Isso é crime! Sujeira!”.
Briga em Peruíbe
As fortes chuvas que castigaram Peruíbe no sábado (292 milímetros em 12 horas, quando o esperado eram 192 mm no mês inteiro) motivaram um bate-boca entre dois políticos da cidade. O vereador Cristen dos Santos, o Cristen na Mira (MDB), reconheceu o grande volume de água, mas disse que a situação piorou porque o asfaltamento em várias vias foi feito sem critério e há falta de manutenção urbana.
Ação e reação
O ex-prefeito Luiz Maurício (PSD) reagiu: “Imputar ao governo a responsabilidade pelo deslizamento de barreiras após uma chuva muito beira a má-fé”, disse. O atual prefeito, Felipe Bernardo (PSD) acompanhou os lugares mais afetados, na Serra do Guaraú, acompanhados por técnicos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).
Récorde de ociosidade
Sem nada mais importante com o que se preocupar, o procurador da República Cléber Eustáquio Neves, do Ministério Público Federal em Minas Gerais (MPF-MG) entrou com uma ação civil pública contra a Globo para exigir que a emissora oriente seus profissionais a pronunciar a palavra “recorde” como paroxítona (“recórde” e não ”récorde”) e pague indenização por danos morais coletivos.
Antecedentes
Eustáquio Neves é figurinha carimbada. Durante a pandemia, ele entrou com uma ação questionando a segurança e a eficácia das vacinas contra a COVID-19 para crianças e adolescentes. Antes, havia movido outra ação para proibir a aplicação da vacina contra o HPV em todo o Brasil, alegando que ela estimulava o início precoce da vida sexual.


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