Política

Em “festa do povo”, Cristina Wiazowski toma posse como prefeita de Mongaguá

11/07/2025 Marco Santana
Em “festa do povo”, Cristina Wiazowski toma posse como prefeita de Mongaguá | Jornal da Orla

Uma grande festa popular é a expectativa de Cristina Wiazowski (PP) em relação ao evento que marca sua posse como prefeita de Mongaguá, na noite de hoje. “Teremos uma posse memorável, um modelo diferente, na praça do Dudu Samba, antes da abertura oficial do Festão na Praia, para que toda população possa participar e eu possa retribuir o carinho que recebi na campanha. Será a festa do povo!”, diz.

Primeira prefeita
Ontem de manhã, Cristina não teve dúvidas: assim que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) disponibilizou o diploma pela vitória nas urnas, ela o imprimiu e tirou uma foto. “Estamos vivendo um momento marcante para a história de Mongaguá, que, depois de 65 anos de emancipação política, elegeu a primeira mulher prefeita”, disse.

Harakiri
O ministro do Empreendedorismo, Márcio França (PSB) publicou vídeo na internet defendendo que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) renuncie, por conta de seu posicionamento sobre a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de aumentar as taxas para produtos brasileiros. “Quando os japoneses cometiam um erro muito grande e eram homens dignos, tiravam a própria vida, faziam harakiri. Lógico que hoje em dia não precisa fazer isso. Tarcísio, renuncie e deixe o Felício Ramuth tocar o restante de seu governo”, diz.

Prejuízos
Márcio França, que já anunciou ser pré-candidato a governador, afirma que, “enquanto Tarcísio aplaude o tarifaço de Trump, quem perde é o povo de São Paulo: o café vai pagar 50% a mais pra chegar lá fora. A indústria paulista será prejudicada. O agro todo vai ter prejuízo histórico”, afirma. “A submissão tem limite. A vergonha também”, completa.

Cestas
O prefeito de São Vicente, Kayo Amado (Podemos) se reúne hoje com representantes dos sindicatos dos servidores municipais e dos professores, na tentativa de encontrar uma saída para o imbróglio que se tornou a concessão de cestas básicas aos funcionários. “Vamos fazer simulações e apresentar os jeitos legais possíveis para que os servidores possam decidir qual o melhor caminho”, diz.

Alternativas
Entre as alternativas, ele aponta a concessão de um auxílio refeição ou a criação de um cartão alimentação – o que exigiria realizar um processo licitatório. “Podemos até adotar uma solução temporária”, diz.

Quero, mas não posso
O prefeito assegura que não realiza o pagamento reivindicado pela categoria por conta de uma decisão judicial. “O sindicato entrou na Justiça dizendo que a Prefeitura tem que pagar, mas a interpretação de todo o corpo jurídico aqui é que não pode, pois estaria descumprindo uma decisão judicial”.

Sem canudos
Navega pelas comissões da Câmara de São Vicente projeto de lei que visa proibir o uso de canudos, copos e pratos plásticos descartáveis no município. Caso seja sancionado, haveria um período de carência de seis meses para orientação e fiscalização informativa, para então entrar plenamente em vigor. Havendo flagra, será aplicada multa de R$ 2 mil reais por ato, podendo ser dobrado em caso de reincidência. Os valores arrecadados destas sanções seriam revertidos ao Fundo Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Fundema).