
“Não é a primeira vez que o time não consegue sustentar fisicamente. O adversário cresce no final. A instabilidade é muito grande. O rival não oferecia perigo, mas veio a falha no primeiro gol e o segundo foi consequência. A queda física é impressionante. Não tem como justificar o resultado. É muito dolorido”, disse o treinador santista em entrevista coletiva.
Cuca disse que as cinco substituições feitas foram por questão de cansaço dos atletas. “Nenhuma mexida foi tática. Muitos jogadores pedem para sair. Temos um grande desequilíbrio físico no elenco em algumas posições. Acha que eu sou burro para tirar o Rollheiser? Ele era o melhor do time, mas ele queria sair no primeiro tempo.”
Sobre Neymar, que não atuou por causa de uma lesão na panturrilha, Cuca disse que o jogador poderá ser utilizado na terça-feira, diante do Deportivo Cuenca, no jogo decisivo da Copa Sul-Americana, na Vila Belmiro. “Mas antes preciso consultar o departamento médico. Tudo que é relacionado ao Neymar é muito difícil de se falar.”
O time do Santos volta a jogar no sábado, às 19 horas, em Porto Alegre, diante do Grêmio, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro.



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