
Cristina Wiazowski (PP) deve ser diplomada em 10 de julho e tomar posse no dia seguinte
Vencedora da eleição fora de época para a Prefeitura de Mongaguá, Cristina Wiazowski (PP) deve ser diplomada em 10 de julho e tomar posse no dia seguinte. Porém, ela pretende solicitar à Justiça Eleitoral a antecipação destas datas, para assumir o cargo assim que as contas da campanha forem aprovadas.
Ontem, eu reunião com o prefeito interino, Luiz Berbiz de Oliveira, o Tubarão (União), ela definiu a transição de governo. Fazem parte de sua equipe os advogados Sandro Abreu e Júlio Arthur Fontes Neto, o gestor público Willians Bezerra da Silva, o economista João Pedro da Silva e o especialista em Ciência da Computação, Risto Dobrévski Neto. O grupo terá suporte técnico do advogado André Guerato.
Cristina já anunciou os primeiros nomes de seu secretariado: seu marido, Paulinho (Governo), Zilvani Guimarães (Saúde), Katia Freire (Planejamento), Maria Marta (Educação) e Argeo Arias Rodrigues Filho (Segurança). São praticamente os mesmos nomes anunciados por Paulo Wiazowski em dezembro, quando os resultados das urnas indicaram sua vitória. A candidatura dele acabou cassada pela Justiça Eleitoral – daí o motivo da realização de uma nova eleição.
Descanso
Após meses intensos de batalhas judiciais, articulações políticas e campanha eleitoral, Paulo e Cristina vão curtir o Dia dos Namorados e passar alguns dias descansando, para assumirem a agenda na terça-feira.
Feminicídio
A vereadora Renata Bravo (PSD) lembrou ontem o brutal assassinato Amanda Fernandes, morta com 51 facadas e três tiros pelo marido, o PM Samir Carvalho. Ela parabenizou a iniciativa do núcleo santista do movimento Mulheres do Brasil, que fez um ato no sábado, quando completou um mês que o crime aconteceu. No entanto, ela lamentou o fato de não haver mais pessoas na manifestação, para mostrar como é a realidade das mulheres que sofrem violência.
A Polícia Militar continua sem dar explicações à sociedade sobre a atuação dos policiais militares que atenderam a ocorrência.
CT do Santos
O rolo compressor do prefeito Alberto Mourão (MDB) entrou em ação novamente e o requerimento que sugeria a criação de uma Comissão Especial de Vereadores (CEV) para acompanhar o projeto de construção do Centro de Treinamento do Santos FC em Praia Grande foi rejeitado. Autor da proposta, o vereador Anderson Martins (Podemos) argumentou que seria necessário acompanhar os impactos ambiental e viário que o empreendimento pode provocar.
Dívida
Martins também reclamou que os integrantes do Legislativo não foram convidados para a festa de apresentação do projeto, realizada em Santos, na segunda-feira (9). O requerimento apresentado por ele questionava também se a dívida de IPTU referente ao terreno, de R$ 9 milhões, já havia sido quitada.
Sem audiência
Alguns vereadores chegaram a cogitar a realização de uma audiência pública sobre o tema, mas nenhuma proposta de agendamento foi aprovada e ficou por isso mesmo.


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