
Os Correios ampliaram o credenciamento para empresas interessadas em ser parceiras da estatal na coleta e entrega de encomendas na Baixada Santista, com a inclusão dos municípios de Bertioga, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe. A iniciativa também contempla a expansão das faixas de CEP para o credenciamento em São Vicente, Guarujá e Praia Grande.
De acordo com a empresa, os chamados Pontos de Coleta beneficiam tanto clientes quanto o comércio local. São estabelecimentos comerciais autorizados pelos Correios para a captação e retirada de encomendas com destino nacional.
Durante a parceria, a empresa credenciada realiza as seguintes atividades: acesso ao sistema dos Correios por qualquer aparelho, leitura e conferência dos objetos postais e guarda do objeto em local protegido até a coleta ou retirada. Aliás, os principais requisitos para se tornar um Ponto de Coleta são: estar em região de interesse da estatal, ter espaço físico para guardar as encomendas e aparelho celular com acesso à internet e impressora.
As encomendas movimentadas nesses pontos têm padrão de tamanho, sendo que a soma das dimensões (comprimento, altura e largura) não podem ultrapassar 200 cm. Para os Pontos de Coleta em lotéricas, por exemplo, a soma não pode ultrapassar 140 cm: 60cm x 45cm x 35cm. Mais informações sobre os editais, as regiões de interesse e o processo de credenciamento estão no site dos Correios.
“O modelo de loja compartilhada permite que empreendedores aproveitem sua estrutura existente com baixo investimento e obtenham vantagens, como aumento do fluxo de pessoas, maior visibilidade e incremento nas vendas. Clientes terão mais agilidade e acesso facilitado, evitando longas distâncias até uma agência tradicional. Além disso, o espaço oferece uma solução prática para quem não pode receber encomendas em casa, seja por compromissos de trabalho ou rotina intensa. Agora, é possível optar por retirar a encomenda diretamente no Ponto de Coleta, via Clique & Retire”, informa comunicado divulgado pela Assessoria de Comunicação da estatal.
AGÊNCIAS FECHADAS
Os Correios colocaram em prática o Plano de Reestruturação, uma medida que, apesar se justificar com a “otimização da rede de atendimento em todo o país”, faz parte de uma força tarefa para salvar a estatal, cuja dívida, em maio, era de aproximadamente R$ 8 bilhões. Em Santos, por exemplo, três agências foram fechadas naquele mês: unidades da Pedro Lessa, da Zona Noroeste e do Marapé.



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