
Cidade tem a receber mais de R$3,6 bilhões; se 25% dos devedores pagassem suas dívidas, as contas ficariam equilibradas
A Prefeitura de São Vicente informou que enfrenta um grande desafio para equilibrar as contas públicas: a inadimplência. Somados, os débitos com o Município, seja de pessoa física ou jurídica, ultrapassam R$ 3,6 bilhões — valor que representa mais de 260% da própria dívida municipal, estimada em cerca de R$ 1 bilhão. A regularização das pendências de pelo menos 25% dos devedores seria suficiente para equilibrar as contas da Cidade, segundo a gestão.
A principal origem dessa inadimplência está no IPTU, que, sozinho, soma mais de R$ 2,5 bilhões. “Engana-se quem pensa que os principais devedores são contribuintes de apenas uma casa própria com dificuldades financeiras. As quatro maiores dívidas são de grandes áreas negligenciadas pelos proprietários, que somam mais de R$900 milhões de inadimplência com o imposto predial, o que seria suficiente para praticamente quitar a dívida total do Município”, explicou a prefeitura.
Para tentar reduzir o índice de inadimplência, de 2021 para cá, São Vicente promoveu 17 edições do Refis (Programa de Refinanciamento Fiscal), com descontos de até 99% sobre juros e multas e parcelamentos em até 120 vezes. No entanto, nestes anos, o Município não obteve êxito na redução dessa dívida massiva, garante a Administração.
Mesmo diante desse cenário, a atual gestão tem adotado medidas para manter a responsabilidade fiscal e a transparência na administração dos recursos públicos. “Ao longo dos últimos quatro anos e meio, o Município quitou mais de R$600 milhões em dívidas”, pontua o órgão.
A inadimplência do Município pode acarretar em consequências graves, como a perda de recursos federais e transferências voluntárias, o bloqueio de repasses do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), apontamentos do TCE (Tribunal de Contas do Estado), entre outros, afetando diretamente serviços públicos e investimentos para o cidadão.



Em alguns lugares o IPTU de São Vicente subiu 300% de um ano para outro, na atual gestão. Sendo o maior do Brasil, não havendo o devido retorno à população… está se tornando uma cidade abandonada.
Realmente nO ha uma contrapartida somos refem do tempo chuveu e agua na cintura dentro de casa andar de carro e uma odisséia buracos pra todo lado deficiencia na saude municipios vizinhos dao aula de gedtao muita incapacidade politica ao longo destes anos
Almentaram o iptu que já era um absurdo a cidade é um lixo choveu água no pescoço.
Só tem melhorias na praia o resto abandono total.
E o povo jogando até colchaoes nos canais Educacao é uma via de mão dupla
Morar em São Vicente é um desafio.
Fomos contemplados com um aumento absurdo do IPTU.
Não recebemos nenhuma melhoria nesta gestão .
Agora a inadimplência aumentou, claro ninguém aguenta.
Diminuam o IPTU para dar condições de todos pagarem
Varios vereadores com cargo, até de sub prefeito onde somente faz acontecer melhorias no seu bairro Gleba 2, são 15 vereadores e varias secretarias sobrecarregadas de funcionarios de confiança transformando o erário publico e aumentando as despesas sendo que não estão nem ai com os problemas dos bairros, não aparecem nem para ver e o povo pedindo socorro aos ventos.
Uma vergonha dizer o que São Vicente é a 1ª…
Quando chove, enchentes que invade as casas e não dá pra trafegar com os veículos.
Humaitá, continental, vila Mariana e outros bairros estão abandonado.
Áreas do próprio governo abandonadas e o povo sem nada pagando altos impostos.
O jardim Rio branco, quarentenario, parque continental e outros sendo invadido por pátio de containers que não gera emprego, área de preservação ambiental sendo murada e desmatada para mais pátio de container e ninguém faz nada.
Já que estão vendendo ou sei lá o que estão fazendo com o iptu inadimplentes, deveriam trazer indústrias para essas áreas e gerar renda e emprego, assim não precisavam aumentar e criar tanto imposto e desculpas.
O governo do Estado de São Paulo deveria vir ver e falar com o povo e realmente ver a verdade já que o prefeito Kayo Amado não abre as portas para quem tem boas ideias e quer ajudar.