
Após seu comportamento ganhar repercussão nacional, o desembargador Eduardo Almeida Prado Siqueira voltou a caminhar em Santos na quarta-feira (22), com máscara e armado.
Conhecido no círculo íntimo como Siqueirinha, o desembargador estava acompanhado por dois homens, um deles seria o filho, Carlos Siqueira e o outro um personal trainer.
O passeio de Siqueirinha foi curto. Ele saiu do prédio onde mora, no bairro Aparecida, caminhou por uma praça próxima à unidade do Sesc de Santos e depois pela praia, nas proximidades do canal 5.
Arrumar encrencas e portar a arma parece ser uma rotina para Siqueirinha. Há o relato de que certa vez ele foi à casa de um vizinho, por volta de 16 horas, para reclamar do som alto. Segundo o vizinho, mais uma vez ele fez questão de lembrar sua condição de desembargador e deixar claro que portava uma arma na cintura.
Siqueirinha fala em “armação” e vídeo “tirado do contexto”
Siqueirinha anunciou que não vai dar entrevistas, mas divulgou uma nota com sua versão do episódio. Diz que foi vítima de armação e que o vídeo foi tirado do contexto.
“O vídeo é verdadeiro, o fato realmente aconteceu, mas foi tirado do contexto, que eu gostaria de esclarecer, para que seja considerado nesse verdadeiro julgamento público – ou melhor, linchamento – que se estabeleceu sobre a minha conduta, sem que a minha versão dos fatos seja conhecida”, escreveu.
“Acabei sendo vítima de uma verdadeira armação. A abordagem foi editada e completamente diferente das que recebi antes, mas com uma câmera previamente ligada, fazendo parecer que de vítima sou o vilão”.



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