
A vida do senador Aécio Neves (PSDB) está cada vez mais difícil. Para quem teve cerca de 50 milhões de votos na última eleição presidencial, a perspectiva agora é ter o mesmo destino de Lula: passar uma temporada no xilindró.
Na sexta-feira (4), o ministro do STF, Marco Aurélio Mello, aceitou o pedido da Procuradoria-Geral da República para ampliar a quebra do sigilo fiscal de Aécio, de sua irmã, Andréa, e de seu primo Frederico Pacheco.
O inferno astral do senador mineiro começou quando ele foi flagrado tentando achacar o empresário Joesley Batista, dono da JBS. Depois o empresário, em delação premiada, afirmou ter pagado, entre 2011 e 2014, 60 milhões de reais em propina para Aécio.
O senador mineiro nega todas as acusações, mas sua situação se complica a cada dia. Seus advogados terão de fazer milagres para evitar que ele tenha o mesmo fim de Lula.



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