
Nesta quarta-feira (8), o incêndio que atinge uma área industrial da empresa Ultracargo, na Alemoa, em Santos, chega ao sétimo dia. Segundo o Corpo de Bombeiros, as chamas ainda não foram apagadas com o “cold fire”, uma espécie de espuma, que deve ser jogada diretamente nas chamas, por conta de dois vazamentos em tubulações próximas ao tanque.
A ideia da corporação é de fazer o resfriamento dos pontos utilizando o produto e efetuar os reparos, em meio ao líquido com combustível, na área de contenção. “A estratégia agora é achar um caminho técnico para estancar os vazamentos em duas tubulações, que estão alimentando o incêndio”, explicou o coronel Marco Aurélio Alves Pinto, comandante do Corpo de Bombeiros no Estado, após nova reunião do Gabinete de Integração realizada na noite desta terça-feira (7).
Um novo equipamento, capaz de captar gases tóxicos em um raio de cinco quilômetros de distância, foi instalado no Viaduto da Alemoa. No local do incêndio existem indícios da presença de gasolina, álcool e diesel.

Incêndio
O incêndio teve início por volta das 10h da última quinta-feira (2). Seis tanques de combustível foram atingidos. No início do incêndio, a temperatura chegou a 800°C. As causas do incêndio ainda são desconhecidas. De acordo com o Corpo de Bombeiros, ainda não há previsão para o término dos trabalhos.
A operação conta com sete rebocadores que auxiliam na captação de água do mar e abastecem os caminhões de incêndio na frente de combate. São 118 bombeiros militares, 36 caminhões e quatro embarcações. Cerca de sete bilhões de litros de água do mar já foram usados para combater as chamas.



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