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Programa para jovens tem por objetivo proteger a família

05/12/2014 Jornal da Orla
Programa para jovens tem por objetivo proteger a família | Jornal da Orla
A Prefeitura de Santos está lançando um programa inédito que tem por objetivo evitar a desestruturação da família, em especial quando crianças e adolescentes são vítimas de violência doméstica ou quando pais enfrentam problemas graves, como vício em drogas.

Uma realidade que hoje afeta milhares de lares em todo o país.


Durante a semana, o prefeito Paulo Alexandre Barbosa anunciou o Programa Cuidar em Família, que vai subsidiar a permanência de crianças e jovens com outros parentes, como tios, avós e padrinhos, até a superação da crise que motivou a separação provisória.
 
Amigos ou vizinhos
O programa permite, ainda, que a criança ou adolescente que esteja sofrendo problemas familiares fique com amigos ou vizinhos com quem tenha algum tipo de vínculo afetivo. A família acolhedora vai receber da Prefeitura, por intermédio da Secretaria de Assistência Social, um auxílio de R$ 724 por criança, até o terceiro irmão, ou meio salário mínimo (R$ 362) para os demais, até a quinta criança ou adolescente, que é o limite previsto no programa.

A coordenadora de Proteção Social Especial de Alta Complexidade da Secretaria, Flávia Domênica, esclarece que a guarda subsidiada passa por avaliação técnica e determinação do juiz da Vara da Infância e da Juventude, que estabelece, inclusive, o tempo de acolhida.

E veja mais!

O Banco Central anunciou na quarta-feira (3) um novo aumento na taxa básica de juros (a Selic), que serve de referência para o mercado, o que deve restringir ainda mais o crédito, provocar demissões e afetar diretamente o setor produtivo – indústria e comércio, em especial. 
 
Como resultado da política de aperto econômico, que tem por objetivo trazer a inflação para o centro da meta (4,5% ao ano) o governo reduziu a projeção para o crescimento do PIB do país para 2015 de 2% para 0,8%.
 
Taxas abusivas
A taxa Selic é apenas uma referência para o mercado. Na prática, os juros são muito maiores. No caso do cheque especial, por exemplo, os números aplicados pelos bancos ultrapassam a 200% ao ano. Taxa inimaginável em qualquer país civilizado. Por isso, o cidadão deve pensar duas vezes antes de entrar no cheque especial. O mesmo vale para cartão de crédito, em que as taxas para quem não faz o pagamento integral são, igualmente, abusivas.