Tecnologia

Mais de 11 mil conteúdos ilegais são retirados da internet

26/05/2014
Mais de 11 mil conteúdos ilegais são retirados da internet | Jornal da Orla
A ação de Monitoramento da Internet, promovida pela Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), retirou no primeiro trimestre de 2014 mais de 11.557 mil links, websites e anúncios de sites de leilão da internet, que davam acesso a download de cópias ilegais de software dos associados da entidade. 
 
Somando apenas o total de sites de leilão, a entidade conseguiu remover no período 4.037 anúncios de software ilegais, volume 12,6% maior do que o resultado obtido no primeiro trimestre de 2013. Em relação aos links, foram removidos 7.509, 3,1% a menos do que o mesmo período do ano passado. Totalizando apenas os websites, 11 endereços eletrônicos foram removidos, contra os 15 eliminados em 2013. 
 
“O monitoramento da internet foi criado para eliminar as ofertas ilegais dos programas dos associados na internet. Além disso, a ABES, como entidade representativa do mercado de software, tem o compromisso de garantir a proteção da propriedade intelectual e combater a pirataria que gera a concorrência desleal dos seus associados.”, comenta Jorge Sukarie, presidente da ABES. 
 
Para realizar a operação, a ABES age na identificação de qualquer conteúdo que viole o Direito Autoral de Programas de Computador de titularidade de seus associados, notifica o próprio portal e os provedores de acesso, por meio de uma solicitação de remoção e o que implica juridicamente em se manter esta informação no ar com base na legislação vigente no país.  
 
A operação de monitoramento da internet acontece há dez anos e também conta com o apoio da PPPI – Programa de Proteção à Propriedade Intelectual, do Mercado Livre, que promove a remoção de conteúdo ilegal que estão dentro do seu portal. “O apoio da PPI nos ajuda a retirar as ofertas em menos de 24 horas”, destaca Sukarie. 
 
A ABES também conta com o Portal Denuncie Pirataria, em que qualquer cidadão pode realizar uma queixa em anonimato ao encontrar irregularidades no uso, venda ou distribuição de software por lojas físicas, online e empresas. A ação também faz parte dos esforços da entidade para combater a pirataria de software.