
Polícia Civil fez busca e apreensão na clínica em ação que faz parte do inquérito policial instaurado para apurar possíveis crimes de estelionato
Em nota enviada ao Jornal da Orla nesta sexta-feira (19), o Instituto Almai afirma atuar “com transparência, ética e legalidade” e nega as denúncias que originaram a operação da Polícia Civil, quinta (18), em uma de suas clínicas em Santos. A empresa ressalta estar colaborando com as autoridades competentes e que todas as suas unidades continuam funcionando normalmente.
Na quinta- feira (18), a Polícia Civil fez busca e apreensão na clínica Almai na Avenida Pedro Lessa, em Santos, em ação que faz parte do inquérito policial instaurado para apurar possíveis crimes de estelionato, associação criminosa e falsificação de documento particular, envolvendo os donos, Polyanna Ribeiro de Oliveira Muniz, Gustavo Silva Muniz e a própria clínica.
A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) também se pronunciou em nota. “O caso é investigado por meio de inquérito policial instaurado na Delegacia de Mongaguá. Na manhã desta quinta-feira (18), foram cumpridos mandados de busca e apreensão. Outros detalhes serão preservados em razão do sigilo que envolve a investigação”.
Questionada sobre o porquê de o inquérito estar na Delegacia de Mongaguá, a SSP respondeu apenas que “as investigações iniciaram por essa unidade. Demais detalhes serão preservados devido ao sigilo imposto.”
Já a empresa ressaltou em nota que desde sua fundação segue rigorosamente todas as normas técnicas, regulatórias e contratuais que regem a área da saúde. “Qualquer Informação em sentido contrário não correspondem à realidade. A direção do Instituto ALMAI nega qualquer prática irregular e reafirma que todos os seus processos clínicos, administrativos e financeiros são conduzidos com responsabilidade, respaldo técnico e em conformidade com a legislação vigente”.
Por fim, informou que todas as suas unidades seguem funcionando normalmente.


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