
O Ministério da Saúde autorizou o teste em humanos de um soro antiveneno, conhecido como soro antiapílico, desenvolvido por pesquisadores da Unesp de Botucatu em parceria com o Instituto Vital Brazil, de Niterói.
O medicamento é recebido por via intravenosa. Cerca de 20 mililitros trazem ao corpo uma quantidade de anticorpos capaz de neutralizar 90% dos problemas causados pelas picadas de abelhas africanizadas, as mais comuns no Brasil. Quando um adulto é picado por mais de 200 insetos, o corpo recebe uma quantidade de veneno suficiente para causar lesões nos rins, fígado e coração, debilitando esses órgãos. A maioria das mortes acontece pela falência dos rins. Nesta primeira fase 20 pacientes passarão pelos testes.



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