
“O Lugar Onde Vivo – Poéticas do Imaginário Infantil” é o nome do livro lançado nesta quinta-feira (24), na cafeteria do Museu Pelé, por 35 alunos do 5º ano A da escola João Papa Sobrinho. Os autores mirins autografaram exemplares da obra, acompanhado por familiares.
A produção do texto teve orientação da professora Silvana Lamas. Já as ilustrações, dos educadores do programa Escola Total, Bruno Bispo e Adriana Ramalho. A edição, também feita pelos alunos, foi coordenada pela professora de informática educacional, Solange Ribeiro.
O lançamento do livro integra o Tarrafinha Literária, que faz parte do projeto Santos à Luz da Leitura e do Setembro Criativo, com apoio da Prodesan.
Produção
Cada estudante escreveu uma poesia sobre o tema. Alonso Santana da Silva, de 11 anos, escreveu ‘Meu Lar’. “Gosto muito de ler, todos os gêneros. Este é meu segundo poema e pretendo escrever mais”.
Sarah Monteiro Alvarenga, de 10, inspirou-se nos jardins e praias de Santos em ‘Eu moro em um lugar’. Sua família prestigiou o lançamento. Os pais Jennifer Alvarenga Monteiro e Clayton Monteiro, ambos de 30 anos, disseram estar ‘maravilhados’ com a ação. “Moramos na Itália por oito anos e voltamos ao Brasil há dois. A escola é excelente, melhor que particulares”. A bisavó Maria de Lourdes da Silva, 72, a tia Meire Ângela Monteiro Gonçalves, 40, e o priminho Davi, 4, também marcaram presença.
Incentivo
O poeta Ademir de Marchi, 55 anos, conversou com as crianças sobre aos 30 livros que escreveu de forma artesanal, e a revista que editou, Babel Poética, sendo que uma delas sob o tema ‘Lugares onde passa a vida’, com poemas de autores do País. “É semelhante ao que vocês fizeram. Estão de parabéns, têm que escrever mais obras”.
Idealizador da Tarrafa Literária e proprietário da Livraria Realejo, José Luiz Tahan também enalteceu a atividade. A secretária de educação, Venúzia Fernandes, elogiou os pequenos escritores, destacando que a leitura é muito importante para a formação integral do cidadão. E a coordenadora pedagógica da escola, Rosana Salvador, complementou: “O gosto pela leitura leva à escrita”.



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