
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil, a incorporadora demitiu os funcionários no último dia 2 de abril, mas até terça-feira (14), não pagou as rescisões. “Não aceitamos que a construtora e incorporadora terceirize apenas o trabalho, mas não as responsabilidades, como manda a legislação”, disse o vice presidente do Sintracomos, Luiz Carlos de Andrade.
Segundo ele, a empresa pediu, nesta segunda-feira (13), mais dez dias para saldar as rescisões: “Isso é impossível. Os companheiros têm compromissos, contas a pagar e precisam da carteira de trabalho”.
Ele adverte que os trabalhadores só sairão do prédio quando receberem as verbas rescisórias, acrescidas de um salário nominal, pelo atraso das quitações, como prevê o acordo coletivo de trabalho.
Construtora – Em nota, “a incoporadora informa que não possui vínculo empregatício com os funcionários da Construtora, mas em respeito aos trabalhadores já está em contato com o Sindicato para encontrar uma solução para o problema. Ressalta que preza pelo cumprimento de todas as obrigações, pagando em dia seus fornecedores e parceiros. Reafirma sua posição de repudio a qualquer atitude que contrarie os direitos e a dignidade de trabalhadores. Reitera ainda seu compromisso com a ética e com o cumprimento irrestrito à legislação



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