Desabamento de um imóvel em obras que deixou três operários soterrados em Cubatão (quarta-feira, 1), incêndios no terminal de granéis líquidos da Ultracargo, no Porto de Santos (quinta-feira, 2) e nos 12 quiosques na beira da praia, em Guarujá, queda de veículo no mar durante a travessia da balsa, curto-circuito em carro na Ponta da Praia (segunda-feira, 8). A Baixada Santista registra uma sequência de tragédias que chama a atenção, não só pela gravidade dos fatos, como pelo curto espaço de tempo em que aconteceram: menos de 10 dias. Afinal, o que há de errado com o litoral paulista? Será que esses eventos aconteceram por mera coincidência? Há alguma explicação da Astrologia para os acontecimentos ruins que sucederam na nossa região?
A resposta é sim, segundo o astrólogo George F. Jorge, e a culpa é de Marte. O planeta é o astro regente do ano astrológico em que estamos, iniciado em 20 de março, e do signo de Áries (que ocorre entre março e abril), e influencia tragédias, não apenas na Baixada Santista, como ao redor do mundo.
O astrólogo ressalta que Marte aparece também no mapa astral de Santos, o que indica que problemas com fogo, ferro e metalurgia estarão em pauta este ano. “Marte é considerado como um astro maléfico e detentor de atividades de guerra, conflitos, ferro e fogo. Atualmente acontece a conjunção com Urano, levando também a acidentes com aviões, explosões e acontecimentos ímpares”, explica.
Para George, “o que está ocorrendo nesse período, não só com a nossa cidade, mas também com o mundo, indica que é necessário controle e atenção. Neste ano, é preciso focar no equilíbrio e checar tudo que esteja relacionado a futuros problemas. A palavra é prevenção”, alerta.
Região ainda pode esperar mais surpresas
O astrólogo explica que, segundo a Astrologia, a Baixada Santista poderá ser palco para outros acidentes ou tragédias no segundo semestre do ano. “Ainda teremos mais alguns encontros de Marte com Urano. O ano está sendo regido pelo astro Marte, de forma que, se não houver prevenção, as situações acontecerão. Não é Marte que provoca esses eventos, ele apenas salienta o que está mal acabado”.
Incêndio na Alemoa é o segundo maior da história mundial
O incêndio que atingiu os tanques de combustível no terminal da empresa de movimentação e armazenagem de granéis líquidos, Ultracargo, é considerado o segundo maior incêndio do gênero, da história mundial, em relação ao volume de pessoal empregado para o combate: 140 bombeiros. O primeiro deste ranking aconteceu em 2005, na unidade de armazenamento de Hertfordshire, ao sul da Inglaterra, em que foram necessários 180 homens para combater as chamas.
Além disso, a tragédia em território inglês deixou mais de 40 feridos. Em Santos, o incêndio já apresenta consequências ambientais, com a morte de milhares de peixes no rio Cubatão, e a poluição do ar. Apesar disso, não houve vítimas entre os trabalhadores portuários e, até o fechamento desta edição, nem entre os integrantes do Corpo de Bombeiros envolvidos na operação.
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