
O meia Lucas Paquetá teve lesão confirmada pela equipe médica da seleção brasileira. O atleta sentiu dores na parte posterior da coxa durante o jogo contra o Japão e saiu de campo mancando no intervalo, dando lugar ao jovem Endrick.
A Confederação não deu prazo para o retorno do atleta, mas é improvável que ele esteja presente na partida das oitavas de final, contra a Noruega, neste domingo em Nova Jersey. “O jogador seguirá um protocolo de tratamento intensivo, acompanhado pela equipe médica da Seleção Brasileira, visando sua recuperação e retorno às atividades no menor tempo possível”, disse a CBF em comunicado.
Sem Paquetá, Carlo Ancelotti não poderá repetir a formação que classificou o Brasil. Isso abre um leque de opções para o treinador.
Danilo Santos
Pensando em uma troca simples, para manter os três meias, Ancelotti pode optar por Danilo Santos para compor o setor ao lado de Guimarães e Casemiro. Dessa maneira, o treinador não mexeria muito no sistema do time, podendo manter as funções ofensivas e defensivas, conservando a liberdade de Matheus Cunha e Bruno Guimarães.
Gabriel Martinelli
O herói da classificação pode ser outra opção para Ancelotti. A entrada de Martinelli não implica em uma mudança de formação, embora ele não seja um meia de ofício, mas foi justamente nesta posição, mais centralizado, onde ele encontrou o gol contra o Japão.
Com Martinelli em campo, porém, o Brasil pode perder força defensiva, obrigando o treinador a engessar mais a movimentação do lateral Douglas Santos.
Neymar? Endrick?
O camisa 10 da seleção pode ser uma opção mais arriscada para o treinador. Com pouco ritmo de jogo, Neymar não é a opção ideal para iniciar a partida. Além disso, Ancelotti já havia declarado no momento da convocação e provou no jogo contra a Escócia, que pretende utilizar o astro como um atacante centralizado, uma espécie de falso 9.
Endrick, por outro lado, tem a saúde física em dia, porém é um atacante de fato, menos versátil. Ele substituiu Paquetá na partida contra o Japão, mas em uma situação específica, onde o Brasil precisava ser mais incisivo na área adversária e fazer mais pressão para buscar os gols.
Outras opções
A Seleção ainda conta com outros meias em seu plantel. Fabinho, que é substituto direto de Casemiro, um volante clássico, com pouca mobilidade, e também Éderson, que ainda não foi testado e nos treinos vem cumprindo uma função mais de lateral do que de meia.



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