
O prefeito de Santos, Rogério Santos (Republicanos) espera retornar ao trabalho na semana que vem, após se afastar temporariamente do cargo para o tratamento de um câncer na fase inicial, na região cervical do pescoço. O comunicado da licença de sete dias está publicado no Diário Oficial de hoje.
De perto
Neste período, assume o posto a vice-prefeita, Audrey Kleys (PSD), e não deve haver mudanças na equipe de governo. Rogério Santos assegura que o trabalho da administração municipal continuará normalmente, conduzida por uma equipe competente. “Mesmo de longe, estarei acompanhando tudo muito de perto do coração”, completou.
Otimismo
No círculo próximo ao prefeito, o clima é de extremo otimismo, pois o problema foi diagnosticado em seu estágio inicial e a medicina avançou muito no combate a esta doença. Nas redes sociais, Rogério recebeu diversas mensagens de apoio, inclusive de adversários políticos.
É verdade este bilhete
A revolta do jogador Neymar com um erro de arbitragem no jogo de domingo acabou inspirando a criação de memes na internet. Diversos políticos pegaram carona e produziram os seus. O prefeito de São Vicente, Kayo Amado (Podemos), publicou a foto do jogador apontando para um papel e inseriu frases de realizações de sua administração: “Vamos inaugurar a primeira UPA da história da cidade” ou “Mamães e gestantes não pagam passagem de ônibus”.
Meu comercial
Já a deputada estadual Solange Freitas (União) colocou a frase “Tem mais 190 ônibus com ar-condicionado chegando na Baixada Santista”. O também deputado estadual Caio França (PSB) inseriu “Cannabis medicinal salva vidas”.
Caminhoneiros
Facilitar o acesso dos caminhoneiros autônomos a seguros é o objetivo de um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional. “O projeto da deputada Greyce Elias busca segurança jurídica, fiscalização sem burocracia e excesso e regras compatíveis com a realidade operacional de caminhoneiros e transportadores”, diz a deputada federal Rosana Valle (PL), que comandou audiência pública sobre o assunto.
Preconceito
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) reverteu a condenação por racismo, na modalidade homofobia, do vereador de Bertioga Eduardo Pereira de Abreu (PSD), que em uma sessão do Legislativo se recusou a ler um projeto que defendia os direitos da população LGBT contra violência, intolerância e ódio.
Homofobia
Na sentença, o desembargador Freire Teutônio (relator) considerou que a fala do vereador foi “atípica” mas “inexistiu discurso de ódio”. Segundo ele, para uma condenação, seria necessária uma “aversão odiosa” à orientação sexual ou à identidade de gênero, o que não ocorreu. O voto dele foi acompanhado pelos colegas Fátima Gomes e Bittencourt Rodrigues.


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