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Lauro Chaman encerra temporada no topo do ranking mundial paralímpico de ciclismo C5

30/12/2025 Da Redação
Divulgação

O ciclista paralímpico santista Lauro Chaman, atleta da equipe Soul Cycles – Santos/Fupes, encerra a temporada de 2025 consolidado como o número 1 do ranking mundial de estrada da União Ciclista Internacional (UCI) na categoria C5. Esta é a segunda vez seguida que o atleta assegura a liderança, somando a quarta vez em oito temporadas, reforçando sua presença constante entre os protagonistas da modalidade.

O desempenho que garantiu a ponta do ranking foi construído sobre vitórias expressivas, notadamente o tricampeonato mundial na prova de estrada, conquistado na Bélgica, e uma medalha de prata no Mundial de pista. Além disso, sua participação em duas das três etapas da Copa do Mundo foi fundamental, rendendo um ouro na prova de resistência na Itália e duas medalhas de bronze (uma na prova de contrarrelógio na Itália e outra na Bélgica).

Em declarações sobre o sucesso da temporada, Chaman fez questão de reconhecer o suporte recebido: “Primeiro, eu gostaria de agradecer a todos da Fupes, toda a Prefeitura de Santos e a minha equipe, por tudo que fazem, proporcionando esses bons resultados. Agradeço muito ao Claudio Diegues, treinador e amigo, que sempre me ajudou muito. Sou muito grato por tudo que ele faz e fez por mim”, destacou o ciclista. “Estou muito feliz por me manter entre os melhores do mundo mais uma vez”, complementou.

Olhando para o futuro, o atleta de Santos, que recentemente conquistou ouro na prova de eliminação nos Jogos Abertos do Interior, ajudando a cidade a ser campeã na modalidade, mantém o foco nos Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028.

“Se eu conseguir chegar bem e com condições de lutar por medalhas nos próximos jogos paralímpicos, com certeza eu quero. Eu quero fazer o melhor para brigar e tentar estar no pódio de novo, ganhar mais uma medalha em Paralimpíada”, afirmou.

Ele também projeta o calendário de 2026, que inclui o Campeonato Panamericano no Brasil, Mundial e Copa do Mundo, ressaltando sua paixão pela competição: “Eu gosto de competir, sou competitivo e sou muito grato a Deus por tudo que conquistei. E se parar para analisar, foi o melhor ano da minha vida competindo, assim como 2016, com as duas medalhas paralímpicas.