
O vereador de Cubatão Washington Souza, o Carioca (PSDB) conseguiu seu objetivo de chamar a atenção para seu protesto contra a decisão do Governo do Estado de implantar na cidade um Centro de Especialidades Médicas, em vez de um Ambulatório Médico de Especialidades (AME). Na sessão de terça-feira (4), vestiu uma fantasia do Pluto, o cachorro do Pateta, que é um cachorro. “Se vier um (Centro de Especialidades) meia-boca, vamos precisar fazer isso e virar um Pluto ou Pateta de verdade”, disse.
Nome é detalhe
A deputada estadual Solange Freitas (União), afirmou que o nome do equipamento é secundário. “A grande conquista é essa nova unidade na cidade, com atendimento oncológico, como solicitei ao governador Tarcísio na última vinda dele à região”, disse. Segundo ela, a unidade deve entrar em funcionamento em 90 dias.
Domingo legal
Em Praia Grande, a transferência de dois carrinhos de ambulantes, de outros setores mais ermos para a cobiçada faixa de areia do Canto do Forte, está gerando revolta entre quem trabalha no local há anos. A mudança teria sido feita por influência de um vereador – há quem diga que ele é o verdadeiro proprietário dos carrinhos.
Aguardem…
Sumido das redes sociais, onde era bem atuante, o ex-prefeito de Bertioga Caio Matheus (PSD) deve em breve voltar a dar as caras, pois pretende ser candidato a deputado estadual, com o apoio do atual, Marcelo Vilares (que foi seu vice). Ele sabe que apenas os votos dos eleitores da cidade não serão suficientes e, por isso, planeja fazer campanha em cidades do ABC, já que vários moradores têm imóveis de veraneio na cidade que governou até 2024.
Relax
As últimas postagens de Caio Matheus na internet mostram a belíssima viagem que fez à Tailândia com a esposa, Arethusa. O casal viajou para o paradisíaco país asiático em classe executiva e desfrutou lugares como Krabi, Koh Phi Phi e Bankok.
Isenção na Zona Azul
Isenção no estacionamento rotativo (a popular Zona Azul) para idosos e pessoas com deficiência (PCD) em Santos é a proposta do vereador Chico Nogueira (PT) apresentada na Câmara. O projeto permite a parada durante no máximo duas horas, sem prorrogação. “Vai ajudar na consulta médica, lazer, acessibilidade e qualidade de vida”, justifica.
SÓ SEI QUE FOI ASSIM…
Vale o escrito
Quem desconfia hoje das urnas eletrônicas não lembra ou não vivem a época em que os votos eram em cédulas de papel e a apuração, manual. Era uma época propícia para as fraudes.
Nas eleições municipais, a escolha para prefeito era mais difícil de fajutar, porque eleitor fazia um X ao lado do seu preferido. Mas na de vereador…
Os apuradores contavam os votos um a um, acompanhados por fiscais dos partidos – invariavelmente cabo eleitoral de um candidato a vereador. Levava dias.
Muitas vezes, o eleitor votava apenas para prefeito e deixava em branco o espaço para vereador. Era a oportunidade para manipular os votos: na linha vazia, brotava o nome do candidato preferido do “fiscal”. Ou então, um 1 virava 4, um 0 virava 8…
Foi assim, por exemplo, que um candidato, um respeitado e popular médico, saiu no início da noite do local de apuração comemorando, crente que estava eleito. No dia seguinte, o resultado oficial mostrou que ele estava fora.


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