Metrópole

Caem os índices de violência na Baixada Santista

29/09/2025 Da Redação
Divulgação/SSP

Os índices de criminalidade caíram na Baixada Santista em agosto, em um comparativo com o mesmo mês em 2024. E, para completar, os números também são menores quando colocados ao lado dos dados de julho. Pelo menos é o que indica o levantamento da Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP-SP) que, em algumas modalidades, apresenta quedas próximas aos 30% em um ano.

É o caso dos roubos. O índice, que foi de 774 ocorrências em 2024, caiu para 554 no oitavo mês de 2025, uma redução de 28,4% e o menor índice da série histórica, iniciada em 2001. Em julho foram 758 ocorrências registradas. Foi em agosto também que aconteceu a segunda maior apreensão de drogas da história. O salto foi de 874 kg para 1,1 tonelada, aumento de 33,8%.

Os furtos em geral apresentaram o menor número desde 2022. A queda foi de 2.911 para 2.276 (21,8%). Em julho foram 2.487 casos. A redução de furtos de veículos foi de 21,5% entre agosto de 2024 e o mesmo mês em 2025. Houve 306 casos no ano passado e 201 neste ano, queda de 21,5% e o menor número desde 2021.

Houve baixas significativas também nos homicídios (13 contra 5) e nos roubos de carga (16 contra 6 e o menor número desde 2009).

PERÍODO

Em uma comparação entre os meses de janeiro a agosto de 2024 e 2025, a queda nos índices de violência é ainda mais representativa. Todas as modalidades divulgadas pela SSP apesentaram baixa. Nos furtos em geral, por exemplo, essa redução foi de 3,7%, caindo de 21.943 para 21.153. No caso dos furtos de veículos, a queda de 2,362 ocorrências registradas entre janeiro e julho de 2024 para 2.057 entre os mesmos meses de 2025 significa uma redução em torno de 15%.

A queda que mais chama a atenção é a de roubos em geral. Se entre janeiro e agosto de 2024 a Baixada Santista teve os registros de 7.187 casos, nos primeiros oito meses de 2025 esse número foi de 5.731 ocorrências. É um índice que vai um pouco além dos 25%. As reduções nos números de homicídios (81 para 63) e roubos de cargas (251 a 139) também são representativas.