
Programa Favela Porto Cidade reassenta famílias e prepara área portuária para expansão
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, esteve nesta quinta-feira (21) em Guarujá (SP) para participar da entrega de 73 novas unidades habitacionais no loteamento Parque da Montanha. As casas são destinadas a famílias que viviam em palafitas no Complexo da Prainha, na margem esquerda do Porto de Santos, e agora passam a contar com moradia mais adequada.
A ação integra o programa Favela Porto Cidade, que nasceu da necessidade de conciliar crescimento portuário com dignidade social. O convênio, firmado entre a Prefeitura de Guarujá e a Autoridade Portuária de Santos (APS), prevê a construção de 649 unidades habitacionais até 2026. Somadas às etapas já concluídas, 1.317 famílias foram realocadas da área portuária, em uma das maiores iniciativas de reassentamento urbano da região.
Segundo o ministro Silvio Costa Filho, a entrega de novas unidades simboliza cidadania e futuro para as comunidades. “Uma ação cidadã do Governo Federal. Ao lado da Autoridade Portuária de Santos, queremos zerar as palafitas e deixar a margem do porto 100% sem favelização, promovendo um grande projeto de reurbanização e cidadania”, disse.
O prefeito de Guarujá, Farid Madi, destacou a longa trajetória do projeto. “Esse sonho aqui nós sonhamos juntos. Eu estou muito feliz de estar aqui depois de tanto tempo e ver que esse sonho está se concretizando e mudando vidas”.
O presidente da APS, Anderson Pomini, lembrou que a mudança ultrapassa a esfera da habitação. “Não é possível que o maior equipamento de logística do Hemisfério Sul, responsável por grande parte da riqueza do país, conviva com pessoas em condições precárias de palafitas. Esse programa corrige essa desigualdade, garantindo moradia digna e qualidade de vida”, afirmou.
Expansão
A retirada gradual das famílias que viviam em áreas de palafitas também é considerada essencial para o futuro do Porto de Santos. A liberação da margem esquerda possibilita a reurbanização e a expansão das operações portuárias, aumentando a segurança da navegação e criando novas oportunidades de negócios.



Minha família é proprietária do morro ( 267.000 m2) a esse empreendimento Parque da Montanha do qual não temos acesso, pelo fato de o sopé do morro estar todo com construções ilegais .
Já solicitamos ajuda de diversos órgãos aí do Guarujá mas não obtivemos êxito.
Gostaríamos de um contato com a Prefeitura para resolvermos essa invasão da propriedade.
Gostaria que a prefeitura do Guarujá resolvesse a invasão de construções irregulares no sopé do morro do parque da montanha .
Gostaria que a Prefeitura do Guarujá informasse sobre as construções irregulares de casas no sopé do morro que é contíguo ao Parque da Montanha Vila Edna.
Sou proprietário do morro 267.000 m2 e não tenho acesso a propriedade
267.000m2 é muita coisa para uma pessoa! Essa área devveria ser de preservação ambiental.