Metrópole

Roubos e furtos lideram índices na Baixada Santista

12/08/2025 Da Redação
Divulgação/SSP

Os crimes de roubo e furto são os “campeões” dos índices de criminalidade na Baixada Santista. São os dados revelados pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP/SP) com base nas ocorrências registradas no primeiro semestre de 2025. Foram 4.586 casos na região. Ainda assim, os números deste tipo vêm caindo mês a mês. Em janeiro, foram anotados 846 registros. Em junho, 627.

Segurança pública será o tema da terceira edição do BS Debate, que acontecerá na próxima segunda-feira, dia 18, nas dependências da Associação Comercial de Santos (ACS). A iniciativa é fruto da parceria do Jornal da Orla, TV Record Litoral e Vale e ACS.

Em Santos, roubos e furtos lideram com folga na estatística dos crimes. No primeiro semestre, foram 883 roubos e 2.877 furtos. Destes, 465 envolveram veículos. No decorrer do período, os números totais de roubos por mês sofreram oscilações, alcançando 173 em fevereiro e caindo para 123 em maio. O mesmo aconteceu nos casos dos furtos registrados: o pico foi de 599 ocorrências em fevereiro e o menor número em junho, com 510.

O 7º Distrito Policial de Santos, localizado no Gonzaga, foi onde mais se registrou as ocorrências destes tipos na cidade. Ao todo no semestre, foram 784 furtos e 221 roubos. Maio foi o mês mais “tranquilo”. Após 133 casos registrados em março e 113 em abril, o número foi de 97 ocorrências no quinto mês de 2025. Entretanto, junho voltou a registrar a “normalidade”, com 120 casos oficializados.

O 2º DP tem a segunda maior estatística – 713 furtos e 114 roubos. Na área do 1º DP, que abrange a área central da Cidade, houve o registro de 79 roubos e 323 furtos no primeiro semestre.

Na área do 3º Distrito Policial, que atende regiões como Ponta da Praia, Aparecida e adjacências, a SSP registrou 55 furtos e 216 roubos no primeiro semestre. Chama a atenção o crescimento no número de furtos entre março e maio. Enquanto no terceiro mês do ano foram registradas 71 ocorrências nessa modalidade, os números chegaram a 118 casos passados 60 dias. Em junho, os índices caíram para 91 registros. A mesma tendência não foi seguida no número de roubos, que mantiveram uma média mensal, embora sempre acima dos 30 casos.

A Cidade, que tem pouco mais de três mil câmeras de monitoramento, contará com 3,2 mil até o final deste ano. De acordo com a Prefeitura, o sistema auxiliou no atendimento de mais de 1,1 mil ocorrências pela Guarda Civil Municipal, em ações conjuntas com a Polícia Militar. No período de pouco mais de um ano, aproximadamente 1.240 equipamentos novos – dos 1.500 previstos em contrato – já foram instalados nos mais diversos bairros da Cidade. A ampliação começou em maio do ano passado, quando havia em torno de 1.760 câmeras ligadas ao Centro de Controle Operacional (CCO).