
O secretário de Turismo, Comércio e Empreendedorismo de Santos, Thiago Papa, foi apurar as razões que estão levando operadores de navios de cruzeiros a reduzir as escalas no Porto de Santos e chegou a uma conclusão: o custo Brasil. Segundo ele, trazer as embarcações para Santos é 50% mais caro do que em terminais de outros países. Entram nessa conta as tarifas portuárias e tributos, preços de insumos (como combustível) e encargos trabalhistas – principalmente as resultantes de ações judiciais.
Economia local
Ao participar ontem do programa Ponto de Vista, Papa explicou que conversou com representantes das principais empresas do segmento, com o objetivo de convencê-los a ampliar a atuação no Porto de Santos. “Na temporada passada, o consumo dos passageiros injetou R$ 1,5 bilhão na economia local”, acrescentou.
Turismo de aventura
A regulamentação de atividades de risco no turismo de aventura foi um dos temas tratados no 1º Encontro do Turismo Metropolitano da Baixada Santista, realizado segunda-feira (1) na Associação Comercial de Santos (ACS). Segundo o deputado estadual Paulo Corrêa Jr (PSD), que idealizou o evento, o objetivo é evitar tragédias, como o acidente com balão ocorrido em Boituva (SP).
Sem vaidades?
No evento, o parlamentar ressaltou que a Agência Metropolitana da Baixada Santista (Agem) deve ter uma atuação mais efetiva. Segundo ele, precisa ser o local onde as vaidades devem ficar de fora. “Infelizmente, isso não acontece”, lamentou. Desta vez, Corrêa Júnior não chamou a entidade de “casa de chá”.
Carros
A Câmara de Santos pretende alugar 21 carros, por um período de 12 meses, para serem colocados à disposição dos vereadores. O veículo deve ser zero quilômetro ou fabricado em 2024, com até 10 mil quilômetros rodados. A contratação, mediante pregão eletrônico, tem valor estimado de R$ 4 milhões (R$ 15.873 por mês, por veículo).
Combustível
O Legislativo também pretende contratar o fornecimento de combustível – 300 litros por mês para cada veículo, além de duas lavagens mensais de cada carro. O custo estimado é de R$ 466.792,01 (R$ 1.852,34 por mês, por vereador).
Free Flow
A deputada estadual Solange Freitas (União) defende que moradores de municípios onde estão sendo instalados os pedágios no sistema “Free flow” sejam isentos de pagar durante três anos.
Prejuízos
Em pronunciamento na Assembleia Legistiva ontem, a parlamentar criticou a cobrança das tarifas e apontou que o sistema prejudica os moradores de Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe, Itariri, Pedro de Toledo e Miracatu.
Redução de danos
“Sempre fui contra a implantação de pedágios nessa rodovia. Mas, com a privatização realizada, não significa que desistimos de lutar. Agora, a nossa batalha é para minimizar os impactos à população que depende da rodovia para trabalhar, estudar e viver”, destacou Solange.


Vergonhoso dar carro para vereadores e ,ainda colocar combustível isso é lamentável ,enquanto um trabalhador que ganha tão pouco enfrenta condução cara, para ir trabalhar, esses políticos só pensam neles mesmo ,o povo tem que parar de votar para esses caras