Baixada Santista

Casa Rosa completa dois anos com cerca de 21 mil atendimentos realizados

07/12/2020 Da Redação
Casa Rosa completa dois anos com cerca de 21 mil atendimentos realizados | Jornal da Orla

O Instituto da Mulher de Guarujá (Rua Quinto Bertoldi, 5, na Vila Maia) completou dois anos de funcionamento no domingo (6). Desde a sua implantação em dezembro de 2018 até o momento, já foram realizados 20.826 atendimentos às mulheres. 

Conhecido como Casa Rosa, o próprio municipal presta atendimento específico à saúde da mulher, mais especializado e humanizado. No total, 20 profissionais atuam no Instituto entre médicos (ginecologistas, mastologistas), enfermeiros, técnicos de enfermagem, administrativo, recepcionistas, auxiliar de serviços gerais, assistente social, psicólogo, colposcopista e ultrassonografistas. 

Segundo o coordenador de Saúde da Mulher da Secretaria de Saúde, o ginecologista Alexsander Machado, a Casa Rosa foi uma grande conquista para as mulheres da Cidade. 
 

“O devido cuidado com a saúde da mulher é também uma política pública que faz com que a gente consiga diminuir nossos indicadores sociais em nosso Município. Passada a pandemia, a meta do prefeito Válter Suman é ampliar diversos serviços no Instituto, como por exemplo, os atendimentos psicológicos para pacientes em tratamento de câncer e para gestantes adolescentes”, frisou. 

 
No espaço, as pacientes passam pelos serviços de ambulatórios de gestação de alto risco, mastologia, planejamento familiar, cirurgias ginecológicas, além de exames de ultrassonografia e colposcopia. 

Todo mês o local realiza mutirões de Implanon, um medicamento de prevenção à gravidez, que consiste em um pequeno bastão introduzido no braço da paciente. Este libera o hormônio etonogestrel (um tipo de progestagênio), considerado de alta eficácia, prevenindo a gravidez por até três anos. O mesmo acontece com a introdução de Dispositivo Intrauterino (DIU), contraceptivo que faz parte da Política Nacional de Planejamento Familiar.

Para passar pela Casa Rosa, a paciente precisa ter encaminhamento da rede municipal, por meio das Unidades Básicas ou de Saúde da Família.