
A ministra da Agricultura, Teresa Cristina, mandou ser refeita a nota elaborada por dois integrantes do órgão, que desmerecia a qualidade do Guia Alimentar do Povo Brasileiro e defendia alterações para o documento ser mais tolerante com comidas processadas e ultraprocessadas. Essa mudança atenderia claramente os interesses da indústria que fabrica produtos comprovadamente prejudiciais à saúde.
Para defender as mudanças, a nota citava um estudo de cientistas das Universidades de Oxford (Reino Unido) e Harvard (Estados Unidos), autores de um estudo que analisou guias alimentares de dezenas de países.
Ao saberem da referência, eles vieram a pública e acusaram a Associação Brasileira de Indústria de Alimentos (Abia) de desonestidade, por, segundo eles, usar os resultados de sua pesquisa de forma distorcida e grosseira para atacar o guia brasileiro.



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