
Definitivamente, o fracasso subiu à cabeça de Michel Temer. O presidente da República classificou de “pobres coitados” e “pigmeus políticos”” os candidatos à presidência que criticam seu governo. Na ilha da fantasia em que se transformou a capital da República, Temer, rejeitado por quase 90% dos brasileiros, acha que seu governo vai bem, obrigado, e que o candidato do MDB, seu partido, Henrique Meirelles, com mísero 1% de intenção de voto, tem muita chance na eleição deste ano. Se continuar assim Temer vai acabar com o emprego dos humoristas brasileiros.
As declarações do presidente, tentando ridicularizar os adversários de seu governo, foram feitas durante a convenção do MDB, quinta-feira (2), em Brasília, que confirmou a candidatura do ex-ministro Henrique Meirelles ao Palácio do Planalto.
Mesma água?
Meirelles, pelo jeito, também está bebendo da mesma água de Temer. Tanto que afirmou ser o único nome capaz de resolver os problemas do Brasil. Segundo ele, o mundo não se divide entre apoiadores e críticos de Lula e Temer.
Não vai faltar grana
Uma coisa é certa. Dinheiro não vai faltar na campanha de Meirelles ao Palácio do Planalto. Ele garantiu que vai pagar tudo do próprio bolso e que está disposto a gastar até R$ 70 milhões, teto estabelecido pela lei eleitoral, no primeiro turno da eleição presidencial.
Como dizia Elis Regina, “gente fina é outra coisa”.
Ana Amélia, vice de Alckmin
A senadora gaúcha Ana Amélia (PP), uma das parlamentares mais respeitadas do país, deixou de concorrer à reeleição para ser candidata a vice-presidente na chapa encabeçada pelo ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.
Prazo termina segunda
O prazo para que os demais candidatos apresentem o nome do vice e o dos partidos que integram as alianças termina nesta segunda-feira (6), segundo determina o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).



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