|
31/05/2009

Nossos queridos parlamentares estão se sentindo incomodados com a presença de “repórteres-humoristas” nas dependências do Congresso Nacional. O “Custe o que Custar” é presença constante na casa, e de vez em quando alguém do “Pânico na TV” também aparece por lá.
Comenta-se, inclusive, que a direção da Band teria pedido para o pessoal do “CQC” pegar mais leve depois de ter recebido algumas solicitações de alguns políticos.
Curioso.
Se deputados, senadores e quetais são expostos a situações por vezes constrangedoras, isso se deve única e exclusivamente ao passado nebuloso de uns e à absurda ignorância de outros.
O que dizer de parlamentares que simplesmente não sabem o valor do salário mínimo? Ou então desconhecem o significado de siglas como BNDES e FGTS?
Aí ficamos sabendo que, no Brasil, um deputado custa R$ 1,274 milhão por ano. Só é mais “baratinho” que um parlamentar norte-americano, que tem um custo de R$ 3,8 milhões anuais.
Enquanto isso, na Alemanha, França e Reino Unido, os valores são equivalentes a R$ 1,004 milhão, R$ 736 mil e R$ 699 mil, respectivamente.
Depois nossos deputados e senadores questionam por que a imagem do nosso Congresso vai de mal a pior.
Festa no “apê”
Chegamos a um ponto onde vemos na tevê notícias como a de uma Câmara de Vereadores transformada em “boate” por uma noite!
Os jornalísticos da Band mostraram imagens de uma festa que aconteceu dentro do salão principal da Câmara de Redenção, no Pará. Na verdade, o que era pra ser um curso de cabeleireiro virou um festão com direito a gogo boys!
Senso de ridículo
“Com licença, eu vou pegar o microfone dela. Sabe por quê? Eu não tenho paciência para uma pessoa que está começando”.
Essa “delicadeza” foi cometida pela atriz Susana Vieira ao ser entrevistada pela repórter Geovanna Tominaga, durante uma entrada ao vivo do “Vídeo Show”, da Rede Globo.
É triste quando se perde o senso do ridículo.
|